sábado, 25 de junho de 2011

Restaurante Figueira Rubayat

Na semana da Fispal em São Paulo, aproveitamos para deliciarmos com a orgia gastronomica do Figueira Rubayat, em um jantar especial.

Já na entrada do Restaurante a Figueira impressiona pelo seu tamanho, beleza e pasmem a maravilha tem mais de 130 anos, 50 metros de altura e 10 metros de circunferência.

Esse é simplesmente o Couvert do Figueira.

A fartura começa com os doze tipos de pães que saem quentinhos dos fornos da casa para acompanhar queijos, escabeches, tomate seco, abobrinhas grelhadas, além de uma opção de peixe e outra de carne. 

 Esse pãozinho temperado com alecrim, orégano e ervas finas, chega quentinho na mesa (saindo fumaça) e o garçom diz: - recomendamos comer enquanto estiver quente, para sentirem todos os sabores.

A cesta de pães da casa que são servidos na mesa, tem inúmeras variedades, com nozes, integral, ervas, castanha...

Para finalizar o COUVERT, uma sopinha deliciosa, servida num copinho de porcelana branca, um mimo.

Os pratos principais muito bem servidos e decorados, mas confesso que esperava mais no quesito sabores.

Para finalizar a comilança pedimos café e chá... mas no Figueira tem um chá natural, plantado pela casa, de Hortelã, maravilhoso é claro que pedimos o chá natural da casa de Hortelã.

Eis que surge o garçom com um bule mimoso cheio de hortelã verdinha e água quentinha, uma delícia!

E para acompanhar o chazinho... petit four... vários inclusive, uma bandeja...amei!

Quando percebi a variedade de petit four, pensei: -putz não vai dar pra provar as sobremesas, não tem como! hihihi

E pronto, pensamos que não viria mais nada em nossa mesa, ledo engano, eis que surge mais um garçom com esta surpresa:

Cachaça da Tulha, envelhecida em tonéis de carvalho,  o carvalho é uma das madeiras mais usadas no mundo e indicada para diversos tipo de destilados, como o whisky, run, conhaque e outros. Esta madeira promove a oxidação ideal das bebidas contidas em seu interior. Além disso, um pouco da resina do malte impregnado na madeira e dos taninos são absorvidos pela cachaça durante o envelhecimento, o que lhe dá a cor dourada e o sabor amaciado, engrandecendo a cachaça ao paladar dos mais fiéis apreciadores.

Com certeza voltaremos ao Figueira, recomedamos a experiência, seja gastronômica ou de empreendedorismo, o Figueira nos ensina muito, ou melhor, nos mostra na prática que é possível fazer algumas coisas que muitos empreendedores dizem ser impossível.

Em um próximo post escreverei sobre os pontos que me chamaram a atenção, na gestão operacional do negócio.

Bom sábado a todos!

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